05
fev
10

Oriente-se!

Ignorando o infeliz trocadilho do título e indo ao que interessa: Para Inaugurar uma série de posts sobre a minha mais nova paixão no cinema – o Estúdio de Animação japonês Studio Ghibli -, eu começo falando um pouco desse que, raramente entre empresas cinematográficas, consegue acertar em cada filme lançado em circuito, e é um dos líderes de animação no mundo.

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25
jan
10

Her Underground.

Olá, queridos quatro leitores. Passou um tempinho desde o último post, mas estou de volta para dizer que me importo. Ainda em terras hispânicas, volto para casa no próximo sábado, e simplesmente não vejo a hora (não que eu esteja odiando este lugar, muito pelo contrário, mas, como já dizia L. Frank Baum, não há lugar no mundo como o nosso lar, e disso todos vocês sabem muito bem).

Indo logo ao assunto, há algumas semanas atrás a Walt Disney Records (ela mesma, ah, sonho) divulgou a tão comentada lista de músicas que estarão no filme Alice in Wonderland, do Mestre Tim Burton, que estreia em Março. E, como se trata de um filme relativamente estranho, baseado em um livro escrito por um autor de igual excentricidade, a trilha sonora não podia ser mais incomum (ao menos para um filme dirigido por Tim Burton, que parece pensar que Danny Elfman é o único compositor de música descritiva no universo): Alguns dos artistas compostos no disco são nada mais que Avril Lavigne, Franz Ferdinand, The Cure, The All-American Rejects, Tokio Hotel, Pete Wentz, 3OH!3, Metro Station e alguns outros mais.

Não, você não leu errado. São esses mesmos aí de cima. Pra quem me conhece, pode imaginar o que pensei quando li a notícia (o tão tradicional “M.O.R.R.I.”, perfeito para situações malucas). O Nome do CD com a trilha sonora se chamará Almost Alice e será lançado dia 2 de Março junto com o video clipe de Alice (Underground), primeira faixa do disco, de Avril Lavigne.

E Eu estava com preguiça, mas postarei aqui a lista das músicas, só por que queria compartilhar meu euforismo com meus leitores amados (Cara, eu lembrei na hora da Fernanda, ela deve super morrer quando ficar sabendo, se é que não o faz):

Confira a Lista de Músicas…

09
jan
10

That is The Time.

A Princípio pode parecer idiota falar sobre um filme sobre o qual todos já deram sua opinião. Você provavelmente já deve estar cansado de ouvir críticos de cinema dizendo o quanto Avatar é bom, apesar de maneirismos e facilidades no roteiro. De Fato, uma boa história livre de clichês hollywoodianos é o que menos importa quando se trata de um filme de James Cameron, responsável pelos maiores blockbusters já levados ao público desde então (e nisso se inclui O Exterminados do Futuro, um dos projetos mais caros da história, e Titanic, a maior bilheteria de todos os tempos).

Na Verdade, quando o cineasta entra em cena, a única coisa a se preocupar é na execução do filme, sendo que qualquer história bem elaborada se torna inútil quando posta ao lado da visão cinematográfica de Cameron.

Em Avatar, o aspecto visual de Pandora, planeta imaginário alvo do olhar imperialista de seres humanos, leva o espectador a entrar na película de uma forma jamais realizada antes. Tudo é tão real e presente quanto se estivesse em nossa volta. Esqueça qualquer tentativa de lição moral ou sentimentalismo presentes no longa, pois, o que realmente fica marcado por horas após a subida dos créditos é a capacidade artística a que chegou o cinema, e os frutos que tal feito pode dar no futuro.

Entre outras observações, destaque para o ator Sam Worthington, que além da boa atuação, é responsável pela sensação hipnotizante sobre a qual o filme discorre. E esse rapaz tá que tá, não é mesmo? Depois de coadjuvar Terminator: A Salvação, o garoto australiano de 33 anos encabeça de cara um filmaço igual a esses (Quando eu me tornar um ator famoso também só vou querer fazer filminho de tecnologia. Nada de filmeco cult de drama que ganha merreca em bilheteria e no fim ganha um oscar comprado pelo produtor executivo. Pra mim vale um que cause burburinho e que eu possa dizer que estive lá.)

06
jan
10

Férias no Mediterrâneo.

Para os que ainda não sabem, estou passando as Férias na Espanha, mas precisamente em Vila Nova de La Gertrud, a poucos minutos de Barcelona. Tudo aqui é muito lindo e assustadoramente contrário ao Brasil. O Clima daqui é temperado mediterrâneo e, consequentemente, estamos no inverno. Como a cidade fica no litoral, não chega a nevar (para o meu azar), mas o frio já é de gelar a espinha e endurecer os ossos. Amanhã estou indo para a casa de uma outra irmã em Lagarriga, cidade um pouquinho mais alta que Barcelona e onde a neve estará presente segundo a meteorologia.

Estou aproveitando tudo, embora só sai para curtir a capital da Catalunha duas vezes. Está sempre chovendo, o que é bastante sem graça se você quer conhecer o que há por perto. Enfim, faz parte.

Estou com uma preguiça danada de postar todas as fotos que eu gostaria aqui. Mas pra não dizer que não coloquei nenhuma, fica essa.

 

23
dez
09

Feed The World.

Faltam dois dias para o Natal e eu estou completamente sem ideias para o que fazer com o blog nesse dia tão comemorado e feliz. Mas para muita gente esse não é um dia muito feliz. As Crianças da África que o digam. É pensando nisso que um grupo de roqueiros britânicos decidiram se unir para salvar o  mundo. Foi assim que  nasceu o Band-Aid, uma espécie de suruba musical entre os mais badalados músicos da Grã-Bretanha e Irlanda. Eles fazem discos cujo o dinheiro das vendas é arrecadado para progamas sociais na Etiópia (Que aliás, é o local favorito dos artistas para ajudar né? Como se o resto da África não precisasse de ajuda). Eis o vídeo de Do They know it’s Christmas? que fala exatamente do que eu abordei no começo do post.

E aqui uma versão um pouco mais atual [e legendada] com músicos britânicos mais “moderninhos” e mais conhecidos por nós. Na verdade, com o passar dos anos a Band-Aid vai ganhando novos membros e perdendo outros, até que se renove completamente, de década em década. Essa última conta com a participação de seres como Chris Martin (sempre ele, metido a politicamente correto), Robbie Williams, Dido, Spice Girls e outros.

Olhando os dois dá pra ver a diferença do cenário de rock em cada uma das épocas né? Na versão antiga, não dá pra diferenciar direito quem é homem ou mulher: É a época onde cantores andróginos impestavam os palcos britânicos e eram consequentemente copiados pelos americanos. Eu gostei da versão masi atual, talvez por conhecer mais os artistas que nela cantam. Mas a antiga causa arrepios: fato. E vocês, de qual gostaram mais?

Faltou a Amy. Vaca Traidora.




"Ainda assim eu quero é um cérebro. Um tolo não saberia o que fazer com um coração, mesmo que tivesse um." Scarecrow, em The Wonderful Wizard of Oz.

Who Am I?


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